Fiscalização é falha e ruas de BH estão tomadas por caçambas clandestinas

Metade das 3 mil caçambas nas ruas da capital é irregular. Pedestres e motoristas ficam sob perigo de acidente

 O avanço da construção civil e o afrouxamento da fiscalização favoreceram a proliferação descontrolada de caçambas nas calçadas, ruas e avenidas de Belo Horizonte. Os recipientes para entulhos são também depósitos de riscos e problemas para pedestres e motoristas. Sem respeitar as regras, as caçambas ocupam pontos de ônibus e vagas de estacionamento rotativo, entre outras irregularidades. A falta de sinalização e de faixas refletoras aumenta o perigo à noite. Levantamento recente do Sindicato das Empresas Locadoras de Equipamentos, Máquinas, Ferramentas e Serviços Afins do Estado de Minas Gerais (Sindileq-MG) revela que 71% das empresas do setor (200 de 280) funcionam sem alvará da prefeitura e estima que metade das 3 mil caçambas na cidade são irregulares.

“A pessoa compra um caminhão e algumas caçambas e começa a funcionar de qualquer jeito. Tem empresa falida que deixa a caçamba estacionada no meio da rua por meses”, afirma o vice-presidente de caçambas do Sindileq, Hermínio Ramos. Apesar dos problemas, a fiscalização diminuiu, como mostram os dados da própria Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (SMSU). As vistorias caíram 37% (de 934 inspeções para 586), na comparação entre 2012 e o ano passado. As multas tiveram redução de 46% no mesmo período (98 para 52). As notificações também despencaram pela metade (181 para 89).

“A fiscalização acaba sendo sazonal, porque, depois de um trabalho intensivo numa área, as empresas começam a trabalhar de forma mais adequada e os fiscais se concentram em outra demanda”, diz a fiscal integrada da SMSU Márcia Curvelano.

 (Alexandre Guzanshe/EM/D.A Press)

Para atuar legalmente, empresas precisam de alvará de localização e funcionamento, o documento de licenciamento referente a colocação, permanência, uso e transporte de caçamba. Cada licença abrange até 15 caminhões e, no máximo, 225 caçambas. De 2012 até fevereiro passado, foram emitidas 276 licenças, mas a SMSU não informou o número exato de equipamentos licenciados.

Nas ruas e avenidas, há problemas a cada esquina. Na Praça Miguel Chiquiloff, no Sion, Centro-Sul, a caçamba tomou conta do ponto de ônibus. Já na Rua José Nicodemos Brasil, no Bairro da Graça, Região Nordeste, pedestres não encontram passagem diante do equipamento em cima do passeio. A lei determina uma faixa livre de pelo menos 1,5 metro. Na Rua Professor Antônio Aleixo, no Bairro de Lourdes, Centro-Sul, uma caçamba superlotada e sem faixas refletoras representava perigo para motoristas. A mesma situação foi flagrada na Avenida Raja Gabaglia, no Bairro São Bento, Centro-Sul.

O Código de Posturas exige a instalação da tarja refletora com área mínima de 100 centímetros quadrados em cada extremidade do equipamento. Esse é um dos pontos mais difíceis de serem cumpridos pelos donos de caçambas, segundo Hermínio Ramos. “Vândalos tiram o adesivo. Até agora, não encontramos nenhum material fixo que possa substituí-los”, afirma o vice-presidente do Sindileq.

Sem licença

Caçambas sem licença e com problemas na identificação são as principais irregularidades encontradas pela prefeitura. “Quando o cidadão contrata o serviço, é importante verificar se a empresa está regular e as caçambas devidamente licenciadas”, alerta Márcia Curvelano. Embora não tenha apresentado números, nos casos de remoção de caçambas ilegais, a SMSU aciona a Superintendência de Limpeza Urbana (SLU).

Ana Cláudia Rolim, de 26 anos, recorreu à Justiça, mas não conseguiu ressarcir o prejuízo de um acidente com caçamba, no Bairro Gutierrez, Região Oeste. “Estacionei em frente a uma caçamba vazia em uma rua  íngreme. Começou a chover muito, a caçamba aquaplanou e bateu na traseira do meu carro. Entrei na Justiça, a empresa alegou acidente por força maior e não pagou”, conta. Empresária da construção civil, Ana Cláudia, ironicamente, precisa recorrer aos recipientes. “O problema é que muita gente faz caçamba de lata de lixo”, diz

Mercado mundial de energia solar deve crescer 20% em 2014

A alta vem acompanhada de uma mudança entre as potência solares — a China agora lidera as instalações e a Alemanha vê seu apetite solar reduzir.

São Paulo – O mercado de energia solar poderá viver um bom momento em 2014. Segundo previsões da Bloomberg New Energy Finance (Bnef), o setor deve crescer 20% em todo o mundo. A expectativa é que mais 46 gigawatts (GW) sejam adicionados.

A alta acompanha uma mudança entre as potência solares. Depois de dominar a indústria por mais de seis anos, a Alemanha deverá instalar meros 3,3 GW este ano, destaca a PV Magazine, publicação especializada no setor, que teve acesso à previsão.

A principal potência solar da Europa está ficando à sombra do dragão chinês, cada vez mais faminto por energia limpa. Em 2013, a China bateu recorde mundial de instalação de projetos fotovoltaicos, que somaram 12 GW.

Isso é quase a capacidade solar total instalada dos Estados Unidos. Para 2014, o país planeja instalar mais 14 GW.

O Japão é agora o segundo país com maior instalação solar do mundo e pode chegar a 10,5 GW em 2014. Já os EUA devem instalar de 5 a 6 GW, o que o torna o terceiro na lista.

BH tem 32 unidades de recebimento de resíduos e materiais recicláveis

Locais recebem entulho, pneus e materiais de construção civil.Jogar lixo em bota-foras é ilegal e está sujeito a multas.

O descarte de restos de materiais usados em reformas é comumente feito em bota-foras espalhados por Belo Horizonte. No entanto, esta é uma prática ilegal, que prejudica o meio ambiente. Segundo a prefeitura da capital, existem 32 Unidades de Recebimento de Pequenos Volumes (URPV), que recebem poda, pneus, madeira, móveis velhos e resíduos da construção civil. O serviço é gratuito.

Neste local, os itens são encaminhados para reaproveitamento. Se estiver limpo, o entulho pode ser enviado para as unidades de reciclagem. A madeira pode ser usada como fontes de energia e os pneus ganham destinação adequada.

Pessoas que forem flagradas jogando lixo em vias públicas ou lotes vagos são notificadas para corrigir a irregularidade, e estão sujeitas à multa de R$ 4.065,62. As denúncias podem ser feitas pelo telefone 156.

Outras informações sobre o funcionamento das URPVs e as orientações sobre o descarte de óleo de cozinha e de peças de computadores estão disponíveis no portal da Prefeitura de Belo Horizonte.

Reciclagem de entulho é um empreendimento viável

As cidades brasileiras podem fornecer brita e areia recicladas para a indústria da construção civil de forma complementar aos agregados naturais a partir de Resíduos de Construção e Demolição (RCDs), aponta pesquisa da Escola Politénica (Poli) da USP. A viabilidade da reciclagem por meio da mineração urbana foi verificada a partir de uma modelagem teórica baseada na análise do conteúdo e da destinação dos resíduos nas cidades de Macaé (Rio de Janeiro), Maceió (Alagoas) e São Paulo. O trabalho do engenheiro Francisco Mariano Souza Lima teve orientação do professor Arthur Pinto Chaves, do Departamento de Engenharia de Minas da Poli.

De acordo com o engenheiro, o gerenciamento dos resíduos é afetado por dois aspectos da Política Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS), instituída pela lei federal 12.305, de 2 de agosto de 2010. “São os princípios do poluidor pagador e do protetor-recebedor, além da responsabilidade compartilhada pelo ciclo de vida do produto”, aponta. “As empresas da cadeia da indústria da construção civil tornam-se responsáveis pelos custos do gerenciamento dos RCDs desde a geração até o descarte final ou a reciclagem. A lei incentiva a criação de mecanismo de mercado para o gerenciamento destes resíduos.” A supervisão do serviço é feita pelos municípios e a reciclagem pode ser realizada por empresas privadas.
O manejo dos resíduos é muito diferenciado nos municípios brasileiros, destaca Souza Lima. “Considerando o total de 5564 municípios, 3639 realizam pelo menos a coleta destes resíduos. No entanto, entre as cidades que fazem o manejo de RCDs, somente 79 possuem alguma forma de reaproveitamento”, ressalta. Os dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) são de 2008 e são expostos no Plano Nacional de Saneamento Básico. “Estima-se que a geração de entulho no Brasil é da ordem de 100 milhões de toneladas por ano (tons/ano). A estimativa baseia-se na geração por habitante de 0,5tons/ano, comprovada pela pesquisa na cidade de Macaé.”
Sentido econômico
O engenheiro afirma que o sentido econômico de minerar é conferir valor a um minério que está misturado em geral a outros. “Fisicamente ocorre a separação deste mineral ou conjunto destes minerais dos demais que não tem valor econômico”, conta. “Da mesma forma, os RCDs ganham valor quando são tratados por técnicas de separação mineral e a fração mineral que nos interessa nos entulhos volta como mercadoria no mercado de agregados. A industrialização e a própria urbanização alocou este processo de valorização nas cidades.”
A pesquisa fez a modelagem dinâmica no período de 20 anos para as três cidades abarcando todo o processo, desde a geração até o descarte ou a reciclagem dos resíduos tendo em vista os diferentes conteúdos destes resíduos amostrados . “Os resultados mostram a heterogeneidade das cidades amostradas no tocante a qualidade do RCD originários de distintos processos de urbanização”, relata Souza Lima. “O modelo de custo-benefício mostra que os benefícios superam os custos na seguinte ordem: São Paulo, Macaé e Maceió.”
Segundo o pesquisador, as plantas móveis de reciclagem são mais viáveis do que as fixas na cidade de Macaé. A região de São Paulo, devido ao maior volume de resíduos e maiores estímulos à reciclagem, é a única entre as três que não precisa de subsídios para implantar o sistema. “O modelo de viabilidade mostra que a qualidade do resíduo tem considerável influência na viabilidade das empresas de reciclagem”, afirma. “Os fatores mais sensíveis ao modelo de viabilidade são, pela ordem, o valor cobrado pelo terreno, a taxa cobrada na entrada dos RCDs na planta de reciclagem, os custos de operação da planta e os impostos em vigor.”
Souza Lima afirma que o modelo testado pode ser replicado para qualquer cidade brasileira e propõe o conceito de “indústria recicladora emergente”. “Seu processo de implantação está em marcha e em alguns lugares consolidados como na região metropolitana de São Paulo, com um grande número de empresas recicladoras privadas que constituíram a Associação Brasileira para Reciclagem dos Resíduos de Construção e Demolição (Abrecon), fundada em 2011″, conclui.
Por: Agência USP
Fonte: Mercado Ético – 31/01/2014
Endereço: http://www.mercadoetico.com.br/arquivo/reciclagem-de-entulho-e-um-empreendimento-viavel/

Crianças das favelas de recife continuam nadando no lixo

Recife é conhecida internacionalmente por suas pontes majestosas, entretanto, em novembro, uma foto de jornal destacou um dos aspectos mais feios da metrópole. Publicada no Jornal do Comercio, a imagem mostrava um garoto de nove anos chamado Paulo Henrique nadando num canal cheio de lixo abaixo de uma dessas famosas pontes, pegando latinhas na água imunda para revender.

O governo brasileiro estima que cerca de 6.500 crianças moram em favelas nos bairros Arruda e Campina Barreto, na parte norte de Recife. Muitas delas, como o Paulo, contam com o lixo para ganhar a vida, mas foi só depois que a imagem apareceu na imprensa que o governo local e autoridades internacionais tomaram conhecimento da situação. Em resposta à foto e à matéria que a acompanhava, o governo prometeu prestar assistência social a Paulo, sua mãe e seus cinco irmãos.

Infelizmente, a publicidade não rendeu mais dinheiro ou serviços para as outras crianças da favela.

“Tentamos mantê-los ocupados, dar educação e comida, mas com o dinheiro que conseguimos, só podemos ajudar 120 crianças [de cada vez]”, disse Anatilde Costa, servidora social do Lar da Divina Providência, uma ONG local que fornece comida, roupas e educação para as crianças. “Muitas outras vivem numa situação muito difícil… Como se fossem animais.” A organização recebe uma pequena quantia do governo federal, mas subsiste principalmente de doações.

Larissa Silva, um menina de 10 anos que tem 80% do corpo coberto por micoses, vive a alguns quilômetros da sede do Divina Providência. Quando a encontrei no barraco de papelão onde ela vive com a família, ela me perguntou: “Você acha eu que gosto de morar aqui?” Eu disse que não, e ela respondeu: “Mas eu gosto, é a única vida que conheço”.

Fabiana, a mãe de Larissa, me disse: “Passamos dois meses catando todo tipo de alumínio e depois vendemos para uma firma que paga 130 reais por isso. Crio meus três filhos assim”.

Quando ia embora da favela, cruzei com Jeferson, o irmão de Larissa. Ele me disse que queria que chovesse logo, assim ele podia tomar banho e brincar no canal de lixo cheio.

Brasil recebe maior feira de gestão de resíduos sólidos do mundo

Nos dois primeiros dias de outubro, a ABRELPE – Associação Brasileira de Empresas de Limpeza Pública e Resíduos Especiais realizará em parceria com i2i Events Group, pela primeira vez no Brasil, a RWM – Soluções em Gestão de Recursos e Resíduos, maior feira voltada para o setor de gestão de resíduos sólidos do mundo, no Transamérica Expo Center. 

Empresas do Brasil, Europa, Ásia e América do Norte participarão do encontro para apresentar tecnologias de recuperação energética – que valoriza o aproveitamento do biogás e a transformação da matéria orgânica – e equipamentos que auxiliam no processo de separação dos resíduos, contribuindo para o aumento da reciclagem de materiais. O objetivo é atender as particularidades do mercado brasileiro e da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A edição brasileira será um espelho da versão inglesa, que acontecerá entre os dias 10 e 12 de setembro.

Paralelamente, acontecerá o Fórum Brasileiro de Resíduos Sólidos que reunirá empresários, gestores públicos, profissionais, técnicos e acadêmicos para discutir o tema, conhecer tendências e trocar experiências sobre gestão de resíduos sólidos. A programação ainda não está definida.

No ano passado, a RWM foi realizada na cidade de Birmingham, na Inglaterra – onde a feira é acontece há 45 anos – e recebeu 13 mil de visitantes de 69 países diferentes. Durante os três dias de evento, foram mais de 100 palestras ministradas por especialistas do mundo inteiro.

SERVIÇO
RWM – Soluções em Gestão de Recursos e Resíduos
Data: 01 e 02/10
Local: Transamérica Expo Center – Av. Dr. Mário Vilas Boas Rodrigues, 387 – Santo Amaro, São Paulo/SP, 04757-020
Informações no site da ABRELPE.

Fonte: planetasustentavel.abril.com.br

Em um ano, família produz apenas um pote de lixo. Você conseguiria?

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365 dias e, apenas, um pote de lixo em casa. Você seria capaz de praticamente zerar sua produção de resíduos? Incentivada pela mãe Bea, a família Johnson, de classe média alta, encarou o desafio e não só conseguiu cumpri-lo, como recomenda que outras famílias façam o mesmo. Você se arriscaria?

Segundo Bea – que já lançou até um livro, o Zero Waste Home, para inspirar outras pessoas a reduzir drasticamente sua produção doméstica de lixo – o segredo é adotar a filosofia dos cinco Rsrecusar, reduzirreutilizarreciclar e compostar (rot, em inglês). Duvida? Há três anos, os Johnson vivem dessa maneira – e, pelo menos para eles, a tática funciona muito bem.

Entre outras atitudes, os alimentos da família são todos comprados a granel – e carregados em recipientes levados por eles mesmos ao mercado –, as contas são todas recebidas via e-mail para evitar o papel e os produtos de limpeza e higiene são feitos de forma caseira, dispensando embalagens descartáveis – Bea faz até sua própria maquiagem em casa, acredita?Reduzindo a produção de resíduos, reciclar, reutilizar e compostar fica muito mais fácil, garantem eles.

A aventura dos Johnson rumo ao Zero Waste (ou Desperdício Zero, em português) começou há dez anos: pai, mãe e dois filhos viviam, confortavelmente, em uma região nobre da Califórnia, carregando felizes para fora de casa os cerca de mil quilos de resíduos (!) que os americanos produzem, em média, todos os anos. Mas, apesar da vida de Barbie que levava, Bea não estava feliz. Sentindo-se aprisionada a uma vida artificial, ela propôs que a família mudasse para uma casa menor e foi aí que tudo começou.

Para se acomodar no novo lar, os Johnson tiveram que se desfazer de 80% dos seus pertences. No começo não foi fácil, mas quando aprendeu a se desapegar das coisas, a família achou incrível a sensação de se dedicar mais às pessoas e menos aos objetos e decidiu, então, embarcar no desafio Zero Waste Home, que recomeça a cada ano. E eles não pretendem parar tão cedo!

No início, o pai, Scott, não gostou muito da aventura, mas ele mudou de ideia quando fez as contas no papel e descobriu que a “brincadeira” tinha reduzido os gastos anuais da casa em 40%. E aí, animou?

Fonte: http://super.abril.com.br

 

Mini-shopping em Uberlândia promete adotar critérios sustentáveis

O Gávea Sul Sustent, mini-shopping em fase de conclusão em Uberlândia, Minas Gerais, deverá contar com técnicas ambientalmente corretas tanto na construção como no dia-a-dia do empreendimento.

“O empreendimento pretende instalar iniciativas como geração de energia eólica, geração de energia fotovoltaica, captação e reuso de água da chuva, uso de iluminação natural e lâmpadas LED”.

Segundo o diretor do Gávea Sul Pátio Shopping, Marcelo Góes, a ideia de investir em sustentabilidade, além de minimizar impactos ambientais, foi incentivada pela vontade de se destacar em meio a outros empreendimentos. “Queremos criar uma cultura na região, quanto a importância desse tipo de construção. As pessoas estão curiosas para conferir. Queremos gerar discussões”, completou.  

O modelo Sustent é o primeiro de três empreendimentos que serão realizados na cidade. A obra, que está prevista para ser concluída em março de 2013, está sendo feita com materiais eco-friendly, que garantem, por exemplo, zero desperdício e sem a necessidade do uso de água.

Além de um canteiro de obra sustentável, o empreendimento pretende instalar no dia-a-dia, quando o mini-shopping estiver pronto, iniciativas como geração de energia eólica e fotovoltaica, captação e reuso de água da chuva, uso máximo de iluminação natural com clarabóia e também baseada em lâmpadas LED.

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“O modelo Gávea Sul Sustent contempla atitudes sustentáveis em todas as etapas do seu processo, desde a elaboração do projeto, passando pela construção, na definição de matérias e fornecedores, e culminando no modelo de gestão a ser aplicado no dia-a-dia”, garantiu Góes.

O executivo explicou também que o objetivo é abastecer as áreas comuns do local com 100% de energia gerada pelas fontes renováveis implantadas. Já o desejo futuro é de fornecer aos lojistas toda a energia excedente. 

O Gávea Sul Pátio Shopping está sendo construído na principal via de acesso da zona sul da cidade, na Av. Nicomedes Alves dos Santos, 3330, Morada da Colina. Será um centro de serviços com 18 lojas e uma praça de convivência.